Juventude de Viana vs FC Porto – Um a Um

Sebastian Silva – Primeira parte de altíssimo nível, onde nada pôde fazer nos lances geniais de Pedro Gil. O único pecado terá sido o terceiro golo azul, onde não vê a bola partir, com ela a fugir-lhe por baixo do corpo. Fica associado ao momento em que a sua equipa quebrou, no entanto, até final salvou a equipa, em diversos momentos, tendo ainda defendido um livre directo.

Luís Filipe – Começou soberano a defender, mas depressa se percebeu que a noite seria de pesadelo, dadas as dificuldades em parar Pedro Gil. Nunca se aventurou muito nas missões ofensivas. Sem culpas nos restantes golos, dado que, passes mal medidos dos colegas, nas saídas para o ataque, ofereceram lances de superioridade numérica ao FC Porto.

Paulo Almeida – Foi dele o primeiro remate da partida, tendo visto o poste negar-lhe um golo que merecia. Assistiu Luís Viana para o primeiro golo, mas nunca conseguiu ser o motor da sua equipa. Sempre a cortar a linha de passe azul e branca, recuperou inúmeras bolas, falhando um e outro passe que poderiam dar lances de contra-ataque para a sua formação.

Luís Viana – Marcou dois golos e fez a assistência para Suissas marcar. Continua a evidenciar algum excesso de virtuosismo na forma como pretende finalizar as suas jogadas. Fica a ideia de que poderia resolver os lances de forma mais simples quando se encontra na cara do guardião contrário. Algo trapalhão, começou o jogo de forma desconcentrada, falhando inclusive uma grande penalidade. A defender cometeu alguns erros no acompanhamento do seu homem, sem comprometer.

Gonçalo Suissas – Claramente a unidade de menor fulgor no ataque laranja. Ainda marcou um golo, falhando mais um par de situações na cara de Edo Bosch. Falhou um livre directo, deixando no ar a imagem de que aquela não foi a sua noite e o ataque laranja ressentiu-se disso.

Pedro Alves – O veterano jogador continua muito forte nos lances individuais, onde colocou a cabeça em água aos adversários azuis. Errou alguns passes que seriam vitais nas transições rápidas para o ataque. Emprestou a sua experiência nos momentos decisivos do jogo.

André Centeno – Voltou a reclamar mais minutos de utilização, porém tratou de explicar o porquê de não o conseguir. Consigo em ringue, a Juventude foi paciente na gestão da posse de bola, sendo um dos organizadores das jogadas dos vianenses. No entanto, cometeu alguns lapsos, como aquele que originou um livre directo. Com nove faltas acumuladas, Centeno cometeu uma falta no ataque.

JS

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Um pensamento sobre “Juventude de Viana vs FC Porto – Um a Um

  1. senhor j.s analise ridicula ve se que ou nao viu o jogo ou nao entende nada de hoquei no proximo jogo espero o encontrar no pavilhao…terà a resposta à altura..

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